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domingo, 15 de abril de 2012

Santa Escolástica



              Uma Santa católica, nascida na Itália e irmã gêmea de São Bento.
              Escolástica buscava a santidade desde muito jovem e conta-se que iniciou sua vida consagrada a Deus antes de seu irmão.
              A história mias contada sobre ela é que Escolástica e São Bento, por mortificação, se encontravam apenas uma vez por ano para diálogos santos. Num desses dias, pouco antes de sua morte, a santa pediu ao irmão que dessa vez ficasse até o amanhecer, mas ele se recusou, insistindo que precisava voltar para a sua cela.
Com a resposta negativa, Escolástica orou a Deus, e, após alguns minutos, uma tempestade começou. Vendo a situação, Bento perguntou: “o que você fez?” ao que respondeu: “Pedi a ti e não me ouvistes, pedi a Deus e Ele me ouviu. Vá embora, se puder e volte ao seu mosteiro”. Ele, porém, não pode retornar e passaram a noite conversando.
Na manhã do dia seguinte os irmãos se despedem, e dessa vez para se reencontrarem na eternidade. Passados três dias são Bento teve uma visão de uma pomba que subia para os céus. Era o símbolo da partida de sua irmã.
O corpo da Santa foi sepultado no mosteiro que São Bento construiria para si.
Quarenta dias após sua morte São Bento parte para a eternidade, ambos contavam com a idade de 63 anos.
Alguns dizem que nós devemos somente pedir a Deus coisas importantes, mas o amor de Deus é tão grande que Ele nos dá todas as coisas boas que desejamos. Nada é tão grande ou tão pequeno para Deus. Santa Escolástica aprendeu a lição de amor de Deus ao pedir a Ele uma tempestade no momento certo.
Ela é a Padroeira de Monte Cassino e é invocada contra tempestades, sua festa é celebrada em 10 de fevereiro.
Amém! Paz e bem para todos.

Grupo São Geraldo.


domingo, 3 de julho de 2011

Santo do Mês



Santa Rita de Cássia
                 
                  Santa Rita de Cássia nasceu em 22 de maio de 1381, em Rocca  Porena ,um pequeno povoado de Cascia na Itália . Filha de Antônio Mancini e Amata Serri, Seu nascimento foi um grande milagre, pois seus pais já eram de idade. Eles eram analfabetos, mas deram a ela uma grande formação religiosa. Para Rita seu único livro era o crucifixo.
                  Rita sempre quis consagrar sua vida a Deus, porém seus pais lhe arranjaram um casamento. Obediente, como sempre, ela seguiu a vontade dos pais. Seu marido era violento e envolvido em crimes.  Teve dois filhos. Estes, depois do assassinato do pai alimentaram uma vingança. Sabendo disso, Rita rezou pedindo que não queria que seus filhos  se perdessem. Em menos de um ano eles adoeceram e morreram.
Sozinha no mundo, Rita decidiu entrar no mosteiro de Santa Maria Madalena, mas não foi aceita. Um dia, em profunda oração, foi levada pelos santos: São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolau Tolentino para dentro do convento. Ao amanhecer, as religiosas agostinianas ficaram estupefatas ao verem Rita, na capela do convento, rezando, sendo que a porta estava fechada. Diante disso, Rita foi aceita no convento.
La foi testada sua obediência tendo regar um galho seco, que numa manha havia se convertido em uma videira com flores e deu uvas que se usaram para o vinho sacramental. Desde este dia segue dando uvas.
 Rita meditava e exercitava-se na contemplação dos mistérios da Paixão e Morte de Jesus; a tanto chegou o seu amor na consideração das dores de Jesus que, um dia, prostrada aos pés do Crucificado, pediu amorosamente ao Senhor que lhe fizesse sentir um pouco daquela imensa dor que Ele havia sofrido pregado na cruz.
     Da coroa que cingia a cabeça da imagem do Redentor, desprendeu-se um espinho, que se cravou na fronte da Santa. Por causa  do mau cheiro de sua estigma ficou isolada por 15 anos. Nesse período redobrou suas orações adorações e jejuns.
Um fato marcante   de sua vida é a realização  do milagre das rosas e figos, tão conhecido dos devotos de Santa Rita. Santa Rita conheceu o sofrimento e em tudo cresceu em caridade e confiança em Deus.
Rita faleceu no mesmo dia e mês em que nasceu,  com  76 anos de idade. Seu corpo inexplicavelmente permanece intacto até hoje, no Santuário de Santa Rita em Cascia, na Itália.
Foi canonizada - declarada santa - pelo Papa Leão XIII, em 1900. Muitos fatos extraordinários e milagres de Deus são atribuídos à intercessão de Santa Rita, conhecida como a santa dos impossíveis (do livro: Santa Rita de Cássia - Luíz de Marchi - Ed. Paulus - 126 p.).
Não existem livros, cartas ou diários escritos por Santa Rita. A sua mensagem provém de sua vida simples e heroica. Santa Rita é uma grande evangelizadora. Ela não anuncia a si mesma, mas o Senhor Jesus e a força do seu Mistério Pascal de cruz e Ressurreição.

Marcelo José de Melo

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Santa Verônica Giuliani


Esta Santa nasceu em Mercatelo, Urbino, perto de Milão, na Itália em 1660 e entrou no convento dos Capuchinhos na Cittá di Castello, em Umbria em 1677. Santa Verônica foi canonizada pela sua piedade, mas é mais lembrada pelas maravilhas que rodearam a sua vida. Filha de uma família de posses, bem cedo estava dando suas roupas para os pobres e já aos 11 anos era fervorosa devota na Paixão do Senhor e já tinha visões. Decidiu-se tornar uma freira quando teve visões da Virgem Maria, mas seu pai se opunha. Ela insistiu e finalmente, em 1677, seu pai permitiu que ela se tornasse uma noviça do Convento dos Capuchinhos em Citá di Castello, na Umbria.
  Três anos mais tarde ela viu a Virgem Maria dizer a Jesus “deixe tua noiva ser crucificada com Vós” e então com a idade de 37 anos, ela recebeu os estigmas nas mãos, nos pés e no lado por um longo período de êxtase no dia 5 de abril de 1697.
A Santa escreveu: “Senti uma grande agonia, mas com a dor eu vi claramente e estava consciente que eu estava sendo transformada em Jesus.
Verônica disse ao seu conselheiro espiritual e confessor, que os instrumentos da Paixão de Cristo estavam “impressos” em seu coração e desenhava a posição deles para ele, e mais de uma vez disse-lhe que eles mudavam de  posição ao longo dos anos. Morreu de apoplexia e seu coração foi examinado por especialistas, após a sua morte, e “milagrosamente” tinha imagens da cruz, da coroa e do cálice. Os exames também revelaram que a curvatura do seu ombro direito era como se ela tivesse carregado uma pesada cruz por muitos anos. 
Apesar de estar quase sempre num estado de êxtase, ela não era visionária, muito pelo contrario, era muito prática e tinha uma mente religiosa sensata. Levitação e estigmas que cessaram de sangrar a uma voz de comando,  revelaram que Santa Verônica é um dos maiores e mais bem documentados exemplos de prolongada e intensa vivência da Paixão de Cristo e que teve efeitos extraordinários nos seus devotos.
Ela é, na liturgia da Igreja, mostrada com sua cabeça marcada com uma coroa de espinhos e segurando um coração e um crucifixo.       
Abraços Decolores . Edvânia.

terça-feira, 8 de março de 2011

Santa Lúcia de Siracusa

Santa Lúcia de Siracusa (*283 - +304), também conhecida por Santa Lúcia, foi segundo a tradição da Igreja Católica, uma jovem siciliana, venerada pelos católicos como virgem e mártir, que, segundo conta-se, morreu por volta de 304 durante as perseguições de Diocleociano em Siracusa.
Na antiguidade Cristã, juntamente com Santa Cecília, Santa Águeda e Santa Inês, a veneração a Santa Lúcia foi das mais populares e, como as primeiras, tinha ofício próprio. Chegou a ter 20 templos em Roma dedicados ao sei culto. Sua festa é celebrada em 13 de Dezembro.

Fonte: Wikipédia.

DECOLORES, Cidinha Silveira.