quarta-feira, 26 de março de 2014

São José e sua relação com Santo Antonio do Monte

Por Thiago Bolina e João Alves,


São Jose através de um sonho teve a visão e  a comunicação de um anjo anunciando que sua esposa, a virgem Maria, foi escolhida por Deus para ser a Mãe de Jesus.

A partir desse momento São Jose assumiu o seu papel de marido e acolheu a palavra e a escolha de Deus aceitando humildemente sua missão.

São José, mesmo sabendo que Maria carregava no seu ventre o Salvador do mundo, nos diz a tradição que era um humilde carpinteiro, que exerceu o oficio por toda sua vida, onde também o ensinou a Jesus. Não se sabe ao certo, mas aponta-se que São José morreu antes da vida pública de Jesus.

Sendo um dos Santos mais populares da Igreja, exemplo de homem fiel, comprometido e justo foi proclamado padroeiro da Igreja Católica Apostólica Romana pelo Papa Pio IX. Também é lembrado como padroeiro das famílias, protetor dos trabalhadores e dos agonizantes. Sua festa é celebrada no dia 19 de Março como “esposo de Maria” e no dia 1 de Maio como “São José Operário”. Muitas cidades pelo mundo receberam seu nome, paróquias o tem como Padroeiro, e muitas pessoas também foram batizados com o nome de “José”.

Em nossa Diocese de Luz, existem cinco Paróquias dedicadas a São José, nas cidades de Bom Despacho, Córrego D’antas, Luz, Medeiros e Santo Antônio do Monte, que, reafirmam a devoção popular e a Fé ao Santo.

Em Santo Antônio do Monte, a Paróquia São José foi criada no ano de 2009, onde, desde então tem sido construída a monumental Igreja Matriz de São José, com a mobilização de toda a comunidade urbana e rural do Município, assumindo como seu primeiro pároco, Padre Adelson José de Sousa.


Um fato curioso aconteceu na escolha do nome do padroeiro desta paróquia em Santo Antônio do Monte. No ano de sua criação, houve a cogitação da Paróquia ser dedicada a São Paulo Apóstolo, em virtude do ano Paulino e por não existir na Diocese de Luz, até a ocasião, nenhuma Paróquia dedicada a São Paulo. No entanto, pela fervorosa devoção e incontestável desejo dos futuros paroquianos em homenagear também o bairro São José, onde se localiza a Igreja, o bispo recomendou que fosse realizada então, uma votação para a escolha do nome do padroeiro ou padroeira. Muitos Santos e Santas foram lembrados e tiveram seus votos, mas, já como esperado, São José obteve a maior vontade popular e intercede por esta Paróquia e por seus paroquianos desde então.

segunda-feira, 10 de março de 2014

CF 2014: “Fraternidade e Tráfico Humano”“ - É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1).

Via CNBB,


Significado do cartaz


1-O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.

2-Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra, na parte superior do cartaz, expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade.

3-As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças, como as presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.

4-A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens são explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos. (Fonte: CF 2014)



Fonte:
CNBB. Disponível em:




Tempo da Quaresma: oração, penitencia e jejum

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma,



“O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança”, disse o papa Francisco. Confira a íntegra da mensagem:



Fez-Se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza (cf. 2 Cor 8, 9)


Queridos irmãos e irmãs!

Por ocasião da Quaresma, ofereço-vos algumas reflexões com a esperança de que possam servir para o caminho pessoal e comunitário de conversão. Como motivo inspirador tomei a seguinte frase de São Paulo: «Conheceis bem a bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por vós, para vos enriquecer com a sua pobreza» (2 Cor 8, 9). O Apóstolo escreve aos cristãos de Corinto encorajando-os a serem generosos na ajuda aos fiéis de Jerusalém que passam necessidade. A nós, cristãos de hoje, que nos dizem estas palavras de São Paulo? Que nos diz, hoje, a nós, o convite à pobreza, a uma vida pobre em sentido evangélico?

A graça de Cristo

Tais palavras dizem-nos, antes de mais nada, qual é o estilo de Deus. Deus não Se revela através dos meios do poder e da riqueza do mundo, mas com os da fragilidade e da pobreza: «sendo rico, Se fez pobre por vós». Cristo, o Filho eterno de Deus, igual ao Pai em poder e glória, fez-Se pobre; desceu ao nosso meio, aproximou-Se de cada um de nós; despojou-Se, «esvaziou-Se», para Se tornar em tudo semelhante a nós (cf. Fil 2, 7; Heb 4, 15). A encarnação de Deus é um grande mistério. Mas, a razão de tudo isso é o amor divino: um amor que é graça, generosidade, desejo de proximidade, não hesitando em doar-Se e sacrificar-Se pelas suas amadas criaturas. A caridade, o amor é partilhar, em tudo, a sorte do amado. O amor torna semelhante, cria igualdade, abate os muros e as distâncias. Foi o que Deus fez connosco. Na realidade, Jesus «trabalhou com mãos humanas, pensou com uma inteligência humana, agiu com uma vontade humana, amou com um coração humano. Nascido da Virgem Maria, tornou-Se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, excepto no pecado» (CONC. ECUM. VAT. II, Const. past. Gaudium et spes, 22).

A finalidade de Jesus Se fazer pobre não foi a pobreza em si mesma, mas – como diz São Paulo – «para vos enriquecer com a sua pobreza». Não se trata dum jogo de palavras, duma frase sensacional. Pelo contrário, é uma síntese da lógica de Deus: a lógica do amor, a lógica da Encarnação e da Cruz. Deus não fez cair do alto a salvação sobre nós, como a esmola de quem dá parte do próprio supérfluo com piedade filantrópica. Não é assim o amor de Cristo! Quando Jesus desce às águas do Jordão e pede a João Batista para O batizar, não o faz porque tem necessidade de penitência, de conversão; mas fá-lo para se colocar no meio do povo necessitado de perdão, no meio de nós pecadores, e carregar sobre Si o peso dos nossos pecados. Este foi o caminho que Ele escolheu para nos consolar, salvar, libertar da nossa miséria. Faz impressão ouvir o Apóstolo dizer que fomos libertados, não por meio da riqueza de Cristo, mas por meio da sua pobreza. E todavia São Paulo conhece bem a «insondável riqueza de Cristo» (Ef 3, 8), «herdeiro de todas as coisas» (Heb 1, 2).

Em que consiste então esta pobreza com a qual Jesus nos liberta e torna ricos? É precisamente o seu modo de nos amar, o seu aproximar-Se de nós como fez o Bom Samaritano com o homem abandonado meio morto na berma da estrada (cf. Lc 10, 25-37). Aquilo que nos dá verdadeira liberdade, verdadeira salvação e verdadeira felicidade é o seu amor de compaixão, de ternura e de partilha. A pobreza de Cristo, que nos enriquece, é Ele fazer-Se carne, tomar sobre Si as nossas fraquezas, os nossos pecados, comunicando-nos a misericórdia infinita de Deus. A pobreza de Cristo é a maior riqueza: Jesus é rico de confiança ilimitada em Deus Pai, confiando-Se a Ele em todo o momento, procurando sempre e apenas a sua vontade e a sua glória. É rico como o é uma criança que se sente amada e ama os seus pais, não duvidando um momento sequer do seu amor e da sua ternura. A riqueza de Jesus é Ele ser o Filho: a sua relação única com o Pai é a prerrogativa soberana deste Messias pobre. Quando Jesus nos convida a tomar sobre nós o seu «jugo suave» (cf. Mt 11, 30), convida-nos a enriquecer-nos com esta sua «rica pobreza» e «pobre riqueza», a partilhar com Ele o seu Espírito filial e fraterno, a tornar-nos filhos no Filho, irmãos no Irmão Primogénito (cf. Rm 8, 29).

Foi dito que a única verdadeira tristeza é não ser santos (Léon Bloy); poder-se-ia dizer também que só há uma verdadeira miséria: é não viver como filhos de Deus e irmãos de Cristo.

O nosso testemunho

Poderíamos pensar que este «caminho» da pobreza fora o de Jesus, mas não o nosso: nós, que viemos depois d'Ele, podemos salvar o mundo com meios humanos adequados. Isto não é verdade. Em cada época e lugar, Deus continua a salvar os homens e o mundo por meio da pobreza de Cristo, que Se faz pobre nos Sacramentos, na Palavra e na sua Igreja, que é um povo de pobres. A riqueza de Deus não pode passar através da nossa riqueza, mas sempre e apenas através da nossa pobreza, pessoal e comunitária, animada pelo Espírito de Cristo.

À imitação do nosso Mestre, nós, cristãos, somos chamados a ver as misérias dos irmãos, a tocá-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A miséria não coincide com a pobreza; a miséria é a pobreza sem confiança, sem solidariedade, sem esperança. Podemos distinguir três tipos de miséria: a miséria material, a miséria moral e a miséria espiritual. A miséria material é a que habitualmente designamos por pobreza e atinge todos aqueles que vivem numa condição indigna da pessoa humana: privados dos direitos fundamentais e dos bens de primeira necessidade como o alimento, a água, as condições higiênicas, o trabalho, a possibilidade de progresso e de crescimento cultural. Perante esta miséria, a Igreja oferece o seu serviço, a sua diaconia, para ir ao encontro das necessidades e curar estas chagas que deturpam o rosto da humanidade. Nos pobres e nos últimos, vemos o rosto de Cristo; amando e ajudando os pobres, amamos e servimos Cristo.

O nosso compromisso orienta-se também para fazer com que cessem no mundo as violações da dignidade humana, as discriminações e os abusos, que, em muitos casos, estão na origem da miséria. Quando o poder, o luxo e o dinheiro se tornam ídolos, acabam por se antepor à exigência duma distribuição equitativa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se convertam à justiça, à igualdade, à sobriedade e à partilha.

Não menos preocupante é a miséria moral, que consiste em tornar-se escravo do vício e do pecado. Quantas famílias vivem na angústia, porque algum dos seus membros – frequentemente jovem – se deixou subjugar pelo álcool, pela droga, pelo jogo, pela pornografia! Quantas pessoas perderam o sentido da vida; sem perspectivas de futuro, perderam a esperança! E quantas pessoas se vêem constrangidas a tal miséria por condições sociais injustas, por falta de trabalho que as priva da dignidade de poderem trazer o pão para casa, por falta de igualdade nos direitos à educação e à saúde. Nestes casos, a miséria moral pode-se justamente chamar um suicídio incipiente. Esta forma de miséria, que é causa também de ruína econômica, anda sempre associada com a miséria espiritual, que nos atinge quando nos afastamos de Deus e recusamos o seu amor. Se julgamos não ter necessidade de Deus, que em Cristo nos dá a mão, porque nos consideramos auto-suficientes, vamos a caminho da falência. O único que verdadeiramente salva e liberta é Deus.

O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança. É bom experimentar a alegria de difundir esta boa nova, partilhar o tesouro que nos foi confiado para consolar os corações dilacerados e dar esperança a tantos irmãos e irmãs imersos na escuridão. Trata-se de seguir e imitar Jesus, que foi ao encontro dos pobres e dos pecadores como o pastor à procura da ovelha perdida, e fê-lo cheio de amor. Unidos a Ele, podemos corajosamente abrir novas vias de evangelização e promoção humana.

Queridos irmãos e irmãs, possa este tempo de Quaresma encontrar a Igreja inteira pronta e solícita para testemunhar, a quantos vivem na miséria material, moral e espiritual, a mensagem evangélica, que se resume no anúncio do amor do Pai misericordioso, pronto a abraçar em Cristo toda a pessoa. E poderemos fazê-lo na medida em que estivermos configurados com Cristo, que Se fez pobre e nos enriqueceu com a sua pobreza. A Quaresma é um tempo propício para o despojamento; e far-nos-á bem questionar-nos acerca do que nos podemos privar a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não esqueçamos que a verdadeira pobreza dói: não seria válido um despojamento sem esta dimensão penitencial. Desconfio da esmola que não custa nem dói.

Pedimos a graça do Espírito Santo que nos permita ser «tidos por pobres, nós que enriquecemos a muitos; por nada tendo e, no entanto, tudo possuindo» (2 Cor 6, 10). Que Ele sustente estes nossos propósitos e reforce em nós a atenção e solicitude pela miséria humana, para nos tornarmos misericordiosos e agentes de misericórdia. Com estes votos, asseguro a minha oração para que cada crente e cada comunidade eclesial percorra frutuosamente o itinerário quaresmal, e peço-vos que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!

Vaticano, 26 de Dezembro de 2013
Festa de Santo Estêvão, diácono e protomártir.

Francisco



FONTE:



quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Nossa história - Igreja Católica Apostólica Romana

Por João Paulo,

Olá amigo leitor, este ano vamos contar a história da nossa querida Igreja: o inicio, acontecimentos  marcantes, curiosidades etc..

Você sabia que a Igreja Católica possui mais de dois mil anos de historia? É a mais antiga instituição no mundo, fundada pelo nosso SENHOR JESUS CRISTO, quando Ele chama o apóstolo PEDRO e diz: “Eu te declaro: Tu és PEDRO, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.”(Mt 16, 18-19).

Após a morte de JESUS, os discípulos se separam, Pedro junto a Paulo fundam a  comunidade de Roma, e Pedro se torna o primeiro Bispo de Roma, devido ao seu primado, os outros unem-se a ele tornando-o cabeça do colégio apostólico e colégio Episcopal. Naquela época os termos “presbítero e bispo” eram sinônimo usados para lideres da igreja local que eram submetidos a um apóstolo, cujo sucessor ele mesmo escolhia.  O fim do pontificado de Pedro foi no ano 67 d.c, quando ele (Pedro) foi crucificado de cabeça para baixo a pedido próprio, por dizer não ser digno de ser crucificado como seu Senhor. O sucessor de Pedro foi um de seus próprios discípulos, Papa Lino.

Alguns Papas tiveram passagens marcantes na igreja, como Papa Lino, que foi o primeiro a usar o termo “ministério católico”, ou igreja universal; Papa clemente I, quarto na sucessão de Pedro estabeleceu o uso da crisma e, da palavra “amém” nas cerimônias religiosas; Papa Alexandre I, sexto na sucessão de Pedro, foi quem inseriu a narração da Última Ceia na celebração do Santo Sacrifício da Missa, e teve um papel importante nas tradições litúrgicas e administrativas da Igreja de Roma; Papa Telésforo, 8º papa, foi quem distinguiu a missa do galo, a celebração da páscoa aos domingos, a manutenção de sete semanas para quaresma antes da páscoa e o cantar do glória;  Papa  Higínio, 9º papa, estabeleceu o costume de padrinho e madrinha no batismo; Papa Vitor I, 14º papa, estabeleceu o domingo como dia sagrado mas a prática só tornou universal no primeiro concilio, o Concilio de Niceia, que aconteceu em uma época de muitas perseguições aos cristãos e muitas discórdias dentro da igreja, foi  uma reunião  de bispos com o Imperador Constantino I e foi a primeira tentativa de um consenso da igreja.

Bom! mas esse é um assunto para nosso próximo jornal, não perca!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Saúde e Bem Estar: Cuidados com a pele no verão

Por Daisy Santos,


A pele é uma barreira que bloqueia a entrada de agentes danosos ao nosso organismo e um termômetro que controla nossa temperatura. Por isso, merece cuidados especiais no verão, época em que a incidência dos raios solares na pele é maior. Por isso, seguem algumas dicas para cuidar bem da sua pele:

v Evite a exposição solar entre 10 e 16h (horário de verão).
v Evite o consumo de alimentos gordurosos e condimentados. Beba sempre muita água, para repor o que o corpo perdeu com a transpiração.
v Use sempre óculos escuros e chapéus para não prejudicar os olhos e o rosto, evitando assim conjuntivite e outras doenças.
v Use sempre filtro solar e protetor labial, aplicando 30 minutos antes da exposição e,
v Reaplicando a cada duas horas ou quando necessário.

Escolhendo o protetor solar

Filtro solar ou bloqueador solar?

Os filtros solares possuem substâncias que absorvem a radiação UVA e UVB e a transformam em luz visível, inofensiva para a pele, ou seja, uma barreira química contra os raios. Já os bloqueadores solares oferecem uma barreira física, impedindo que os raios sejam absorvidos pela pele. Sua desvantagem é que ele é opaco e forma uma grossa camada sobre a pele, sendo mais difícil de espalhar e deixar “invisível” e bloqueia os poros da pele, o que favorece o surgimento de espinhas.

Qual FPS é o mais indicado?

O FPS não está relacionado à proteção em si, e sim ao tempo de exposição ao sol sem que seja perdida a eficácia do produto. Ex: A pele exposta ao sol sem proteção leva um determinado tempo para ficar vermelha. Quando se usa um filtro solar com FPS 15, a pele leva 15 vezes mais tempo para ficar vermelha.
O bloqueio dos raios UVB é o mesmo para todos, o que muda é o tempo de duração do produto na pele com a devida proteção.

No verão, cuide bem de quem protege você!




terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Faces de Maria: Nossa Senhora de Lourdes

Por Jacianne Lacerda


Em uma gruta, Nossa Senhora de Lourdes se manifestou à humanidade através de uma pobre e humilde jovem de 14 anos de idade, chamada Bernadette Soubirous. Suas 18 aparições, tiveram como objetivo revelar-nos um grande mistério divino “Eu sou a Imaculada Conceição” e pedir penitência ao mundo, para que todos rezassem pela conversão dos pecadores e tivessem uma conduta responsável e digna.

Sua devoção começou no dia 11 de fevereiro de 1858, na pequena vila de Lourdes, França.  Nesta época, existiam muitas desigualdades, pobreza, analfabetismo, discórdias e no início a sua aparição a Bernadette, causou diante da população e da Igreja desconfiança e foi posto à prova sua aparição.

Conta a história, que, Bernadette e duas companheiras, foram à Gruta de Massabielle, para apanhar lenha. Num certo momento, sua irmã e a amiga se adiantaram, e Bernadette aproveita para descansar próximo à gruta, de repente, ouviu um ruído de vento, mas observou que as folhas permaneciam imóveis. Conta-se, que, Bernadette levantou os olhos na direção da gruta e no nicho avistou uma Senhora vestida de branco, cinto azul e uma rosa dourada sobre cada um dos pés. Nas mãos trazia um rosário. Surpresa, ela pegou o seu terço e tentou em vão fazer o sinal da cruz. Esse foi o início de suas aparições, todas marcadas pela amorosa manifestação de Deus por meio de Maria à humilde menina.

Durante suas 18 aparições, Nossa Senhora de Lourdes dizia a Bernadette: "Vá beber na fonte e lavar-se!". Esta fonte de água é a mesma em que os peregrinos se lavam e bebem ainda hoje.

 Em Lourdes milhares de peregrinos de diferentes lugares participam das procissões de vela e do Santíssimo, uma peregrinação que Maria também havia pedido a Bernadette em Sua aparição: "Quero que venha muita gente em procissão”.

Uma das grandes revelações de Maria em Lourdes foi afirmar que Ela era a Imaculada Conceição, “Eu sou a Imaculada Conceição”, título que o Papa Pio IX havia dado a Maria 4 anos antes em Roma, mas, que, Bernadete não tinham conhecimento disso. Esse título é um Dogma de Fé da Igreja, uma verdade de fé em que os católicos acreditam. As demais aparições se resumem na mensagem de Oração, Penitência e Conversão.

Com as aparições de Nossa Senhora em Lourdes, tanto a população quanto a Igreja desconfiaram de Bernadete, e esta desconfiança começou a ficar muito séria. Por isso, Nossa Senhora, numa de suas últimas aparições, disse a Bernadete que fosse à gruta em determinado dia e hora e começasse a cavar o chão com as próprias mãos. Bernadete obedeceu e no local onde ela cavou, começou a brotar água e nunca mais parou e era sabido por todos que ali, era um lugar seco onde jamais tivera fonte de água.

Ao saber da água que brotou na gruta, o povo começou a ir até lá em busca de cura. Então, começaram a acontecer curas inexplicáveis entre o povo que se banhava nas águas da gruta de Lourdes. Curas de pessoas deficientes físicas, paraplégicos e de enfermidades incuráveis, confirmadas por médicos e cientistas. As curas, aliás, nunca deixaram de acontecer em Lourdes até hoje.

No dia 18 de janeiro de 1862, Dom Laurence, bispo de Tarbes, deu a declaração oficial proclamando a posição da Igreja diante dos acontecimentos de Lourdes: “Inspirados pela Comissão composta por sábios, doutores e experientes sacerdotes que questionaram a jovem, estudaram os fatos, examinaram tudo e pesaram todas as provas. Chamaram também a ciência, e estavam convencidos de que as aparições são sobrenaturais e divinas, e que por consequência, o que Bernadete viu foi a Santíssima Virgem Maria”.


Mesmo após tantos anos, ainda vemos traços da época: desigualdade, exploração, pobreza, guerras. Neste contexto, Maria nos dirige o mesmo apelo ao nosso duro coração: Oração, penitência e conversão. Sejamos fiéis a Deus.

“Ó Maria, concebida sem pecado original, rogai por nós que recorremos a vós”.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Histórias do Papa Francisco

O Papa Francisco pegou uma cadeira para o Guarda Suíço, porque ele estava de pé à noite toda. E também ofereceu pão e presunto. 
Aconteceu ano passado, em 2013. O Papa Francisco saía de manhazinha do seu apartamento na Casa Santa Marta, onde continua morando, quando viu no corredor e bem na frente da porta do seu apartamento um guarda suíço.
O Papa perguntou o que fazia ali e se ele tinha ficado acordado a noite toda.
_ "Sim", respondeu o guarda.
_”De pé?” Perguntou o Papa Francisco. _”Você não está cansado?”
 _"É meu dever, Sua Santidade, para sua segurança."
Papa Francisco olhou para ele, voltou para o seu apartamento, e depois de alguns minutos voltou com uma cadeira entre as mãos.
_ “Pelo menos agora sente-se e descanse!” - disse fraternalmente o Papa Francsico.
O guarda ciente do seu dever respondeu confuso:
_ "Desculpe-me Sua Santidade, mas não posso sentar-me em serviço, as regras não permitem"
_ "As regras?” disse Francisco.
_"Sim, meu capitão, Sua Santidade...", respondeu o guarda.
Então o Papa carinhosamente respondeu: 
_"Bem, mas eu sou o Papa e lhe peço que se assente."
Pouco depois, o Papa retornou ao seu apartamento e voltou trazendo pão e presunto, que entregou ao coitado do guarda suíço, para se alimentar, e este já não sabia o que fazer...
- Bom proveito, meu irmão... disse-lhe o Papa,  deixando o guarda sentado e comendo o seu sanduiche...
“Poderoso é quem descobre a significância dos gestos. A espontaneidade da fraternidade sempre questiona nossos gestos pequenos...”

Fontes:

Escola Vivencial do Cursilho Samonte

Formação continuada, pois "só amamos aquilo que conhecemos"

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

São Paulo - Uma Vida Nova

Por Rafael Rezende,


Irmãos e irmãs cursilhistas, povo amado de Deus, já se inicia um novo ano, e trazemos em nossos corações pensamentos novos, diferentes, com perspectivas boas para o ano que se inicia, deixar que Deus haja em nós com sua graça, nos iluminando, fortalecendo, transformando, nos enriquecendo em seu amor. 


Assim foi São Paulo, que passou por essa profunda transformação que repercutiu em seu modo de agir. A partir da sua experiência pessoal, chegou a afirmar que, “se alguém esta em cristo, é nova criatura”, e acrescentou, “as coisas antigas passaram, eis que uma realidade nova apareceu” (2cor 5,17). Ser “nova criatura” significa olhar a si mesmo, o mundo as outras pessoas de maneira diferente, positivamente, como parte do projeto de Deus, que deseja vida para todos.


Como é bom iniciarmos o ano lembrando de São Paulo, um homem que trabalhou, lutou, andou por vários lugares anunciando a palavra de Deus, anunciando Jesus. 

São Paulo recebeu com certeza varias “graças” e a maior delas com certeza foi seu encontro com Jesus Cristo. Foi Jesus que fez Paulo mudar sua historia de vida, deste encontro ele percebeu que o centro de tudo era o Cristo que morreu numa cruz por amor ao seu povo e ressuscitou. Paulo descobriu uma riqueza enorme os “dons” que Deus havia lhe dado gratuitamente e que tinha por finalidade ser compartilhados com as outras pessoas.


De fato a “graça” dada a ele não era estéril, a “graça” recebida em sua vida era fecunda em ações a favor dos demais, em obras, em benefícios do bem comum, que chamamos de evangelização.


São Paulo tinha em si uma grande convicção, e chegou á dizer “Não pregamos a nós mesmos, mas Jesus Cristo, O Senhor”. (2cor 4,5). A partir desta fé, sua ação missionária se desenvolveu nos grandes centros urbanos da época, como as cidades de Corinto, Filipos, Tessalônica e Éfeso. Com certeza São Paulo é para nós cursilhistas e todo povo cristão, este grande exemplo de vida e anuncio do evangelho de cristo, e que neste ano que se inicia nos espelhemos na sua historia de vida e santidade.


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Para Refletir

Por Biga,

É 2014, mais um ano que começa. Penso: como vai ser este ano? Tudo é tão difícil; a convivência na família, no trabalho, na rua, na comunidade. Fio preocupada e triste, mas é preciso, nossa cidade com buracos e lixo por todo lado, e tantas coisas que nos deixam deixam tristes da uma vontade de chutar o balde.

É 2014 e esperamos que Jesus faça uma lavagem em nossos corações, que o Espirito Santo de Deus nos ilumine para que possamos encontrar meios de vencer essas coisas e outras mais, pois fazemos parte de uma geração que ama e respeita a família e a cidade, por isso sofremos muito e queremos, merecemos e podemos fazer algo para melhorar.

Mas para isso aconteça é preciso mudanças, começando por nós mesmos, nossa família, nosso ambiente de trabalho, sendo exemplo para nossas criança e jovens.

Orações, amor, lealdade, fraternidade e compromisso uns com os outros é o que Jesus nos convida a viver todos os dias. Ele quer nossa felicidade e como isso pode acontecer? Devemos buscar a Eucaristia e a leitura da Bíblia. Buscar a felicidade é partilhar com os outros, é ser útil, é crescer juntos. Para ter uma boa qualidade de vida devemos evitar bebidas, lugares polêmicos e promíscuos, não sujar nossas ruas com lixo, vandalismos. Reconhecer e corrigir erros, falar do amor e da bondade infinita de Deus para os outros.

Deus precisa ser anunciado e lembrado a todo o momento. Assim, podemos nos transformar e dar as nossas crianças, aos nossos jovens e velhos um mundo melhor.

Nós cristãos temos que buscar a Deus em primeiro lugar e depois passar para os outros, com transparência e um verdadeiro testemunho cristão

Vamos em busca da felicidade, da paz, da alegria e de um mundo melhor. Tenhamos certeza de que com Deus, tudo que é para melhor se concretizará.

Fiquem com Deus.

Um fraterno beijo da Biga.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Nossas Equipes 2014

"Homens do mundo no coração da Igreja. Homens da Igreja no coração do mundo".


Cristo conta com você...


Família Decolores - Setor de Santo .Antº. do Monte


Vice-Coordenadores 2014

Pré Cursilho

Cursilho 3 Dias

Escola Vivencial
Equipe do Jornal "O 4º Dia"

Contabilidade



Pós Cursilho Jovem

Organização de Eventos

Ação Social

Representante dos Jovens

Folclore

Secretários

Viagem à Aparecida do Norte

Pós Cursilho




... E nós contamos com a Tua Graça!

Decolores!


Palavra do Coordenador Fevereiro 2014

Por Dinho e Maria do Carmo,


Caros Amigos e irmãos em Cristo!


Estamos aqui pela primeira vez para falar-lhes do amor e do enorme carinho que temos por esse movimento. Temos quase 15 anos de Cursilho e procuramos estar presentes em quase tudo que o Movimento nos ofereceu durante esses anos. E estamos mais felizes ainda pela receptividade que tivemos ao formar nossas equipes de trabalho. Vocês serão peças fundamentais para que possamos chegar ao final do ano e dizer: nosso esforço valeu a pena!

Tudo nos favorece, pois em primeiro lugar estamos no ano da Graça e temos certeza  que Deus nunca não nos desamparará, temos ainda pastores que estão sempre ao nosso lado atendendo nossas reivindicações, pessoas que procuramos para nos orientar em deter minadas situações e que não medem esforços em nos atender.

Por isso só temos a agradecer a todos e dizer que contem também conosco!

Que muitas bênçãos e graças sejam derramadas sobre todos nós, Deus abençoe a todos!

                                                                                   Um grande abraço!

                                                                                              

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Hino Oficial JMJ Rio2013 "Esperança do Amanhecer"



Sou marcado desde sempre
com o sinal do Redentor,
que sobre o monte, o Corcovado,
abraça o mundo com Seu amor.

(Refrão)

Cristo nos convida:
"Venham, meus amigos!"
Cristo nos envia:
"Sejam missionários!"

Juventude, primavera:
esperança do amanhecer;
quem escuta este chamado
acolhe o dom de crer!
Quem nos dera fosse a terra,
fosse o mundo todo assim!
Não à guerra, fora o ódio,
Só o bem e paz a não ter fim.

Do nascente ao poente,
nossa casa não tem porta,
nossa terra não tem cerca,
nem limites o nosso amor!
Espalhados pelo mundo,
conservamos o mesmo ardor.
É Tua graça que nos sustenta
nos mantém fiéis a Ti, Senhor!

Atendendo ao Teu chamado:
"Vão e façam, entre as nações,
um povo novo, em unidade,
para mim seus corações!"
Anunciar Teu Evangelho
a toda gente é transformar
o velho homem em novo homem
em mundo novo que vai chegar.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

JMJ Rio2013 lança Manual de Inscrições do Peregrino



Hora de começar a organizar o grupo, preparar o coração e unir os amigos para embarcar juntos nesta 'aventura da fé'. Dentro de pouco tempo as inscrições estarão abertas para a JMJ Rio2013 e você não poderá ficar fora dessa. A partir de hoje, 31 de julho, o Manual de Inscrições de Peregrinos poderá ser visto no item “Tire suas Dúvidas” no portal oficial: www.rio2013.com. Nele você terá todas as orientações necessárias para preparar da melhor forma o seu grupo.

Segundo a diretora do Setor de Inscrições da JMJ Rio2013, Irmã Maria Shaiane Machado, o documento descreve o sistema de inscrição e ajudará o peregrino. As inscrições serão feitas em grupo por meio de um responsável (chamado de “responsável principal”). Além desse, haverá um “segundo responsável”. Para grupos mistos, preferencialmente um responsável masculino e um feminino. Os valores têm variações, tanto da modalidade dos pacotes (que poderão ou não incluir hospedagem e alimentação), quanto por classificação dos países. Para ajudar que peregrinos de países economicamente mais pobres possam participar das JMJs, eles são classificados nas classes A, B e C.

A classificação dos países e os tipos de pacotes definem os valores. Serão 21 tipos de pacotes com valores que variam de R$ 100,70 a R$ 577,60. Esses valores são válidos até 31 de janeiro de 2013, incluindo um desconto de 5%. Após esse período as variações são de R$ 106,00 a R$ 608,00.

>>> Leia agora o Manual de Inscrições

Os grupos deverão ter até 50 peregrinos, incluindo os responsáveis. Grupos maiores deverão ser divididos em subgrupos de até 50 pessoas, que poderão estar vinculados entre si por um grupo principal. A vinculação entre os grupos não garante que todos ficarão juntos. A hospedagem oferecida pelo COL será por região linguística. Também outros fatores podem ser decisórios, como por exemplo, a distância dos pagamentos entre os grupos.

"Hoje, a principal preocupação do peregrino é com o valor da inscrição", afirma. "Com todas as informações, ele vai conseguir organizar melhor seu grupo para se inscrever".

As inscrições serão realizadas exclusivamente online, através do portal oficial da Jornada - www.rio2013.com. "Incentivamos a todos a fazerem inscrições em grupo, que podem ser formados nas paróquias, comunidades, movimentos católicos, escolas, universidades", diz irmã Shaiane.

Os candidatos ao voluntariado que não foram selecionados deverão fazer a inscrição como peregrinos.

A formação de grupos de peregrinos reforça um dos principais frutos da JMJ, a União. "Esse é um dos valores da Jornada Mundial da Juventude", diz irmã Shaiane. "União faz parte da sua vida" é a primeira mensagem da JMJ para divulgar as inscrições, na campanha também lançada hoje. Venha para o Rio de Janeiro. Una-se a milhões de jovens do todo mundo rumo à JMJ Rio2013.

Fonte: Site oficial da JMJ Rio2013 http://www.jmjbrasil.com.br/